Forças de segurança garantem tranquilidade no segundo turno das eleições no Paraná

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O secretário da Segurança Pública, Wagner Mesquita, explicou , em entrevista coletiva, que não houve intercorrências graves durante todo o pleito e atribuiu a tranquilidade às forças de segurança trabalharam integradas.

As forças de segurança do Paraná coordenaram a Operação Eleições 2022 – 2º Turno do Centro de Operações da Cidade da Polícia, onde está instalado o Centro Integrado de Comando e Controle Regional (CICCR), em Curitiba, durante este domingo (30).

O secretário da Segurança Pública, Wagner Mesquita, explicou que não houve intercorrências graves durante todo o pleito e atribuiu a tranquilidade às forças de segurança trabalharam integradas. “O processo de eleição no Paraná transcorreu de forma pacífica e sem nenhum caso grave. A população paranaense já está mais ambientada com a atividade eleitoral e o número menor de candidatos também auxiliou”, afirmou. 

A principal atuação das forças foi no combate aos crimes eleitorais cometidos em espaços com relação direta com as eleições, como cartórios eleitorais, locais de votação ou de apuração, vias públicas e estações de transporte.

O chefe da seção de Operações do Subcomando-Geral, major Ronaldo Goulart, responsável pelo planejamento das ações da Polícia Militar, ressaltou o planejamento feito pela PMPR. “É incluído desde o período antes da eleição até possíveis movimentos de comemoração, sempre garantindo a ordem pública e o direito do cidadão paranaense. Não tivemos nenhuma ocorrência fora da normalidade e isso mostra a importância dos policiais militares durante as eleições”, disse.

Para o delegado do Centro de Operações Policiais Especiais da Polícia Civil do Paraná, Rodrigo Brown, os paranaenses mostraram, mais uma vez, a civilidade ao respeitar opiniões contrárias e isso facilitou a ação das forças de segurança. “A PCPR trabalhou com efetivo pleno com equipes no CICCR e no TRE, integrados com as outras forças de segurança e o segundo turno transcorreu de forma pacífica e tranquila”, frisou.

EFETIVO – Em todo o Paraná, mais de 7,5 mil agentes da segurança pública estavam mobilizados para garantir a segurança dos eleitores. Além dos agentes da segurança pública e das diversas viaturas que atuaram durante o pleito, nas ruas e em locais de votação, aeronaves e embarcações estavam de prontidão.

A Operação Eleições 2022 – 2º turno registrou 14 crimes eleitorais em todo o Paraná. Dentre eles, um de falsidade ideológica, três de boca de urna, um de compra de votos, um de propaganda irregular, um de ameaça, dois de desordens que prejudicam os serviços eleitorais, três de desobediência das ordens da Justiça Eleitoral e dois de violência ao sigilo do voto.

UNIÃO – De acordo com o coordenador do Centro Integrado de Comando e Controle do Paraná, coronel Adilson Luiz Correa dos Santos, a tranquilidade se deve ao trabalho ininterrupto dos órgãos que participaram da  Operação Eleições 2022 – 2º turno. “Repetimos a fórmula do primeiro turno, convidando um integrante de cada instituição para fazer parte e representar os órgãos de segurança e de controle e, mais uma vez, foi um sucesso. Informações checadas e atualizadas de forma mais rápida e mostrando à população esse trabalho de integração que garante mais tranquilidade e segurança para todos”, afirmou. 

O chefe da Seção de Inteligência do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, Fabrício Costa Melo, também ressaltou que a integração entre instituições foi essencial para o sucesso da operação. “Vimos com bons olhos nos dois turnos essa integração que forneceu informações mais rápidas e garantiram ao próprio TRE Paraná um pleito eleitoral com transparência e segurança”, comentou.

OPERAÇÃO ELEIÇÕES – Todo o plano da Operação Eleições 2022 – 2º Turno foi elaborado pela Secretaria da Segurança Pública do Paraná em conjunto com o Ministério da Justiça e Segurança Pública e demais secretarias estaduais. As informações contidas na Plataforma Córtex, ferramenta que agrega os dados relacionados à operação, serão utilizadas para elaboração de estratégias imediatas, bem como divulgação de informações para a imprensa.

Nacionalmente, toda a atividade foi coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio do Centro Integrado de Comando e Controle Nacional (CICCN), em Brasília.

Além dos representantes institucionais das 27 unidades federativas, também participaram das ações representantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), das polícias Civis e Militares, da Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF), dos Corpos de Bombeiros Militares, do Ministério da Defesa, da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), das Secretarias de Segurança Pública e Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec).

Fonte: AEN

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