Bruno Mezenga brilha, e Água Santa vence Palmeiras na 1ª final do Paulista

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O Água Santa venceu o Palmeiras por 2 a 1 no primeiro jogo da final do Paulistão 2023, em um confronto equilibrado em Barueri. Bruno Mezenga, duas vezes para o Netuno, e o palmeirense Endrick marcaram os gols. Mezenga balançou as redes sete vezes no Paulistão, uma a menos que os artilheiros Róger Guedes e Galoppo.

Duelo na Arena Barueri foi equilibrado: o Palmeiras foi superior no início, mas os donos da casa cresceram no jogo, criaram mais chances que o time de Abel Ferreira e garantiram o triunfo no fim. Com o resultado, o Palmeiras precisa vencer por dois gols de diferença na volta para ser campeão. Uma vitória por um gol leva o confronto aos pênaltis. Já a equipe de Diadema pode vencer ou empatar. A decisão será no domingo (9), no Allianz Parque, às 16h00 (de Brasília) Antes, o Verdão visita o Bolívar, em Laz Paz, para estrear pela Libertadores de 2023, na quarta-feira (6).

Como foi o jogo

O Palmeiras começou a final pressionando, com intensidade. Na etapa inicial, Dudu foi quem mais deu trabalho para Ygor Vinhas, um dos nomes do jogo, que encerrou o confronto com cinco boas defesas. O Água Santa, fechado e explorando os contra-ataques, demorou a reagir, e teve suas melhores oportunidades na reta final do primeiro tempo. Antes de ir às redes, os donos da casa ainda perderam um gol feito com Tocantins, cara a cara com Weverton. O mando de campo foi do Netuno, mas quem jogava ’em casa’ eram os palmeirenses: na Arena Barueri, a torcida alviverde foi maioria e se fez ouvir em boa parte do confronto. Brilhou a estrela de Endrick: a joia palmeirense, que, que começou o jogo no banco e ainda não tinha atuado no mata-mata do Paulistão, precisou de seis minutos na final para marcar seu primeiro gol em 2023. Sistema defensivo do Palmeiras foi mal, com exceção feita a Gómez. O Água Santa teve ímpeto, se aproveitou da desorganização adversária, sobretudo na etapa final, e gerou várias oportunidades para marcar. Faltava acertar a pontaria, mas Mezenga resolveu de novo e decidiu o confronto, acabando com a invencibilidade palmeirense no ano. A partida foi marcada pela primeira mulher a apitar uma final de Paulistão. Edina Alves Batista teve desempenho sólido. O momento mais tenso ocorreu quando jogadores do Água Santa pediram cartão amarelo para Murilo, pressionaram a árbitra, e Edina deu o cartão para Didi após reclamação acintosa.

Fonte.: UOL

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